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Uma calmaria devastadora

segunda-feira, 23/08/2010 8:54 am  

Quem há entre vós que ouça isto, que atenda e ouça o que há de ser depois? (Isaías 42:23).

Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado (Ezequiel 33:5).


Após um longo período de fortes chuvas, o rio que cortava a cidade de El Playon, Columbia (EUA), transbordou a ponto de os habitantes terem de se refugiar nos telhados das casas. Em poucos dias, o nível da água caiu repentinamente, e todos voltaram às suas residências.

Um homem ficou intrigado: será que a súbita calmaria não poderia ser um presságio de um perigo maior? Grandes massas de árvores, pedras e lama não poderiam ter formado uma espécie de barreira que a qualquer minuto cederia sob a pressão da água?

Ele se sentiu impelido a sair pela cidade, gritando: “Depressa, depressa! Vão para um lugar seguro ou poderão morrer!” Muitos levaram a sério a advertência, abandonaram seus pertences e foram para as colinas próximas.

Outros nem sequer tomaram o aviso em consideração, e zombaram do mensageiro. Mas, de repente, um barulho ensurdecedor foi ouvido, e enormes massas de água e detritos invadiram a cidade. Casas ruíram e muitas pessoas foram levadas pela torrente.

Aqueles habitantes fizeram pouco caso do aviso de seu vizinho. Hoje é Deus quem clama solenemente: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados” (Atos 3:19).

Adiar ou desprezar a eterna salvação oferecida por Deus significa estar perdido para sempre. Contudo, se eu admitir meu estado pecaminoso diante de Deus e crer que Jesus Cristo morreu por mim, serei salvo por toda a eternidade.


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