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A relevância de Eclesiastes

quarta-feira, 02/12/2009 10:21 pm  

Vaidade de vaidades! …diz o pregador, vaidade de vaidades! É tudo vaidade. Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol? (Eclesiastes 1:2-3)


O livro de Eclesiastes poderia nos fazer entrar em desespero se não fosse lido à luz do Novo Testamento. Ele descreve quão frágil a vida é, nos incentiva a fazer perguntas a nós mesmos e elimina toda arrogância humana.

Ele nos lembra do que o mundo é sem um relacionamento com Deus: um lugar sem referências para o ser humano e sem resposta à necessidade inata de alegria.

As pessoas não acharão em si mesmas os recursos para se tornarem genuinamente felizes, pois não podem aprimorar a sua própria natureza. Acima de tudo, elas não podem triunfar sobre a morte.

Vive-se para buscar coisas que, no fundo, são engano e vaidade, alvos totalmente inúteis e vãos.

Eclesiastes, perspicaz e realisticamente, destrói todas as nossas ilusões. Ele tira todas as máscaras e nos mostra a real natureza das coisas. A mensagem dele é dura.

No entanto, mais que nunca as pessoas estão vivendo superficialmente, enredadas em um turbilhão de informações, tecnologia e prazeres sem nem mesmo pensar sobre a vida que estão levando.

Qualquer sociedade que rejeita a Deus inexoravelmente, perde o senso de direção e, por fim, termina enfadada, angustiada e destruída.

O Novo Testamento nos faz perceber o contraste entre nossa porção como cristãos e o que Eclesiastes mostra. O Senhor Jesus deseja nos transformar, dando-nos completa e eterna alegria que começa e termina em Deus.

Até mesmo a morte perde seu efeito aterrador. O futuro não é mais desconhecido; o cristão descansa na segurança de “estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Filipenses 1:23).


Extraído do devocional “Boa Semente”

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  • Alessandra Costa

    Muito bom! Obrigada!