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A armadilha da independência

quarta-feira, 16/09/2009 10:09 am  

Convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em beneficência. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno, os seus pensamentos e se converta ao SENHOR, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar. (Joel 2:13; Isaías 55:7)


Ontem, quando cheguei ao trabalho, encontrei a secretária chorando. Perguntei o que estava acontecendo e ela me revelou seu problema: estava sozinha com os dois filhos; o marido a abandonara, e foi intimada a sair da casa onde morava.

– E seus pais?, perguntei. Ela levantou a cabeça com tristeza e uma ponta de orgulho, e me confessou: – Saí de casa aos 17 anos e nunca mais os vi!

São inúmeros os jovens que como aquela secretária suspiram pela independência. Deixam a família e alguns anos depois de encontram sozinhos e cheios de dores.

A Escritura nos fala de uma época em Israel onde “cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos” (Juízes 17:6; 21:25). Era uma época de terrível decadência, durante a qual coisas abomináveis aconteciam.

Para descrever a atual condição do mundo, apesar da “cristianização”, a mesma expressão não seria perfeita? Cada um quer ser independente de Deus, dos pais, do cônjuge, da sociedade, e fazer o que bem lhe convier.

Depois vem as graves conseqüências. E depois? Então chega a solidão, a marginalidade, a perda da dignidade, a depressão. No entanto, por mais baixo que alguém tenha chegado, sempre existe a possibilidade de se voltar a Deus, porque Ele é “grandioso em perdoar”.


Extraído do devocional “Boa Semente”

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