RSS

O dia em que eu morri

terça-feira, 30/06/2009 1:44 am  

Quanto tinha apenas 16 anos de idade, cheguei à conclusão de que já havia vivido muito. A verdade era que eu havia chegado “ao fundo do poço.” Vinha sentindo cada vez mais um vazio muito grande em minha vida, uma falta de paz interior, uma sensação desesperadora de quem sabe que está indo por um caminho que vai dar num grande abismo e sem saber como fazer para parar.

Numa tarde de sábado, quando não havia ninguém em casa, encontrei  um revolver que meu pai guardava e com ele fiz uma “roleta russa”, que consiste em se colocar apenas uma bala no tambor e fechá-lo, sem saber onde a bala está, coloca o revolver na sua cabeça e puxar o gatilho e o eco, batendo no espaço vazio. Olhei o tambor e verifiquei que havia puxado o gatilho e mais uma vez teria sido fatal.

Depois disto, cada vez mais eu vinha pensando em como dar um fim à minha vida, até que finalmente aconteceu, eu acabei morrendo. Porém, fiquei feliz, não foi a morte que eu pensava antes, mas sim uma morte sadia, uma morte para o pecado, a fim de viver para Deus, para estar unido com Cristo Jesus.

Foi assim, como uma semente, morri para poder nascer. Talvez você também esteja na mesma situação que eu me encontrava, sem paz, uma vida sem sentido, desejando até morrer.

Então, morra mesmo, mas morra para o pecado, pois é o pecado que o deixa intranqüilo, com falta de paz, aquele vazio. Morra para o pecado e una-se a Jesus Cristo, pois “a vida que Cristo oferece, o mundo não pode lhe dar, é vida no seu coração. É uma vida perfeita em amor,  é vida aos pés do Senhor, é vida de Deus em você. É vida que nasce da morte, é vida que traz o perdão. É mais que uma simples religião, é Cristo vivendo em você.”

Morrer para o pecado é viver para Deus, é ser feliz, é ter vida eternamente!


Extraído do devocional O Mensageiro

, , , , ,

Este post foi escrito por:

- que escreveu 1125 post(s).


Entre em contato