Nos versículos citados acima achamos um impressionante resumo dos sentimentos e lutas interiores de nosso Senhor, em particular nos momentos que antecederam a cruz (Mateus 26:37-44; Marcos 14:32-42; Lucas 22:39-46).
Entre outras razões, tais relatos foram escritos para que tivéssemos um relance do horror que o Senhor experimentou com a perspectiva de ser desamparado por Seu Pai e de suportar o juízo de Deus sobre os pecados alheios, cujas profundezas somente Ele era capaz de compreender.
Além de Seu clamor, lágrimas, rogos e súplicas, que nos levam a uma adoração plena e sincera, vemos que o Senhor foi ouvido por causa de Seu “temor reverente” ou “de sua piedade”.
Deus respondeu porque toda a vida do Senhor Jesus, Seus atos, palavras, milagres, orações e pensamentos eram a expressão da comunhão perfeita, constante e ininterrupta com Deus.
Enquanto os discípulos dormiam por causa da tristeza, a súplica do Senhor se elevava ao Deus Pai, a quem nesta única ocasião chamou de “Aba” – Pai (Marcos 14:36).
O Senhor tinha vindo para morrer pelos pecadores (João 12:27). Mas Sua angústia era tamanha que Ele precisava da força do Pai para cumprir Seu destino. Mais uma prova de que Ele era totalmente Deus e totalmente homem!
Extraído do devocional “Boa Semente”




Boa Semente, Hebreus, João, Lucas, Marcos, Mateus