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A nova vida: o perdão (1)

terça-feira, 21/04/2009 9:42 pm  

Para ser perdoado, é necessário se reconhecer culpado (Romanos 3:19).

Em Levítico 4:27-35, se alguma pessoa se tornava culpada, devia trazer sua oferenda, um animal sobre cuja cabeça devia colocar a mão, como se dissesse: “Este animal vai levar o castigo que o meu pecado merece”. Ele próprio tinha de degolar a vítima, cujo sangue era derramado aos pés do altar, enquanto que a gordura era queimada sobre o altar.

Somente depois disso se afirmava que o pecado seria perdoado. Esse sacrifício, certamente, é uma figura do sacrifício de Cristo na cruz que levou “ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro” (1 Pedro 2:24).

Isaías 53 enfatiza: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos” (v. 6).

Somente o sacrifício de Cristo poderia “expiar” nossos pecados. O sangue dos sacrifícios, derramado no Antigo Testamento, jamais poderia “tirar pecados” (Hebreus 10:4,11).

Eles eram apenas “cobertos” (Salmo 32:1). Porém, Cristo ofereceu “um único sacrifício pelos pecados” (Hebreus 10:2), de modo que o Espírito de Deus pôde dizer: “Jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniqüidades” (v. 17).

Quando um homem perdoa uma ofensa, não há castigo para o culpado. Por outro lado, Deus não é indiferente ao pecado.

É preciso que o castigo seja executado; mas tal castigo já recaiu sobre outro, ou seja, sobre Cristo: “Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).


Extraído do devocional “Boa Semente”

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